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SÁBADO, 20 de DEZEMBRO de 2014



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  • Pesquisa da Beauty Fair encomendada à Nielsen, aponta a percepção das compradoras de Higiene e Beleza sobre diversas categorias de produtos nos diferentes canais

São Paulo, Brasil (setembro de 2013) – Considerando mais de 13 tipos de produtos de Higiene e Beleza e comparando 8 locais de compras, as shoppers elegeram a Perfumaria como o canal com a melhor nota, em média 8,7 (de 0 a 10), a frente da internet, que teve uma média de 7,9. Minimercado foi o local com menor nota (6,3), logo atrás de Salão de Beleza (com 7,0), enquanto os outros canais (Catálogos, Farmácias, Super e Hipermercados e Lojas de Departamento) tiveram notas intermediárias (entre 7,5 e 7,7) bastante próximas entre si. 

Esses dados fazem parte de uma pesquisa especial realizada pela Nielsen, (www.br.nielsen.com), provedora global de informações e insights sobre o que o consumidor assiste e compra, com 600 compradoras em 4 capitais do país (São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre e Recife) e que foi apresentado no Fórum de Negócios da Beauty Fair, na ultima sexta-feira, 06 de setembro, no EXPO Center Norte, em São Paulo.

A análise mostra que, apesar das Perfumarias ainda representarem 8% de todo o faturamento da cesta de Higiene e Beleza no Brasil, de acordo com dados de varejo da Nielsen, esse é um canal de destaque. Chega hoje a quase 30% dos lares brasileiros e ganhou mais de 1 milhão de novos lares compradores nos últimos 2 anos, além de começar a atrair também os níveis socioeconômicos mais baixos, que incrementaram em 25% seu ticket médio no canal, segundo painel de domicílios da Nielsen.

As perfumarias são mais fortes no NE e no estado de SP, regiões que representam juntas mais de 50% de todo o faturamento do canal. No entanto, é a Grande Rio de Janeiro e o Sul que mostram maior crescimento no primeiro semestre, 22% e 27% respectivamente, em relação ao ano anterior.

“Num cenário em que os compradores estão cada vez mais “multicanais”, buscando em cada um deles benefícios específicos, é muito importante entender o que cada um deve trabalhar para atrair e fidelizar esse shopper”, lembra Thiago Maia, diretor de Consumer Research da Nielsen. Segundo ele, 97% compra produtos de Higiene e Beleza em mais de 1 tipo de canal, 55% em 3 e 16% em 4 ou mais canais.

A Perfumaria foi associada, principalmente, à conveniência, bom atendimento e muitas novidades, atributos que também são relacionados às Farmácias, um dos grandes concorrentes das Perfumarias. Porém, as entrevistadas também afirmam encontrar nas Perfumarias variedade e bons preços, o que é comprovado pelo painel de varejo, que mostra que 49,2% dos itens de Higiene e Beleza são exclusivos das Perfumarias em relação às Farmácias, e que 62% dos itens em comum possuem menor preço nas Perfumarias (cerca de 10% mais baixo).

A Perfumaria também possui outros atrativos, como a possibilidade de experimentação, demonstradoras, brindes e, sobretudo, amostra grátis, votado como o preferido por ¼ das shoppers. Tudo isso faz com que a experiência de compra seja bastante agradável na opinião das respondentes, além de terem um maior envolvimento com esse tipo de produto, o que também estimula uma longa permanência na loja, em média 35 minutos.

No mercado como um todo, a cesta de Higiene e Beleza, que foi destaque no ano passado, acompanha a economia e também desacelera, crescendo 8,1% em faturamento no primeiro semestre de 2013 em relação ao mesmo período de 2012. Dentre as categorias, desodorante (18,3%), sabonete (9,5%) e coloração (13,7%) foram algumas de maior destaque. Isso retoma a tendência de qualificação do consumo que vem ocorrendo no país, com as duas primeiras crescendo por meio de produtos de maior valor agregado (desodorante aerosol e sabonete líquido e antibacteriano), e coloração por meio do acesso de novos consumidores à categoria.

Ao mesmo tempo em que no curto prazo a economia mostra alguma instabilidade e a população enfrenta altos índices de endividamento, o consumo no país ainda passa por um cenário muito positivo de forma geral.

“Para aproveitar e incentivar esse desenvolvimento, é importante que fabricantes e varejistas entendam as necessidades de cada perfil de público, e além de proporcionar uma experiência de compra agradável, é fundamental ativar esse shopper também antes e depois da loja, para atraí-lo e fidelizá-lo”, conclui Thiago Maia.

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